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A ENGIE Brasil Energia é uma das maiores geradoras privadas de energia elétrica do Brasil, com mais de 13 GW de capacidade instalada, provenientes 100% de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), contando com mais de 140 usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa. Também atua em comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, com um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas e cidades.

A ENGIE por meio do LinkLab - programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), está buscando startups para ajudar na resolução de seus desafios, a partir de projetos de inovação aberta.

Como Funciona

Você conhece nessa página os desafios e oportunidades que estão abertos, confere quais fazem sentido para o negócio da sua empresa, e então inscreve a sua startup para resolvê-lo!

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da solução no LinkLab ACATE

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das empresas de tecnologia aderentes aos desafios

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da solução - Presencial ou remota

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Alinhamento

do escopo do projeto

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com a corporate e novas oportunidades

Desafios Abertos

Integrar, correlacionar e otimizar a tomada de decisão operacional por meio de plataforma inteligente de apoio à Operação

Quero resolver!

A operação centralizada de geração e transmissão de energia da Engie Brasil Energia é conduzida a partir do Centro de Operação em Florianópolis, envolvendo o monitoramento 24/7 de usinas hidrelétricas, eólicas, solares e subestações em todo o país. Devido à expansão acelerada dos últimos anos, o volume de ativos supervisionados e as demandas operacionais, regulatórias e de conformidade cresceram significativamente. A coordenação de pré-operação (CPRE) atua junto ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) para definir limites operacionais rigorosos, enquanto a equipe de tempo real (CTRE) garante o cumprimento dessas métricas continuamente. 

Para realizar essas atividades, os operadores utilizam diferentes sistemas operacionais, incluindo plataformas SCADA (Elipse E3 e Elipse Power) como plataforma primária, apoiado por sistemas de grande porte, como o historiador corporativo (PI System), que armazena grandes volumes de dados de telemetria. A rotina depende fortemente da consulta constante a extensos procedimentos de rede, Documentos de Intervenção (DI), registros operacionais, dados hidrológicos e APIs externas que informam condições climáticas, como chuvas, queimadas e descargas atmosféricas.

A principal limitação estrutural está na fragmentação das informações entre diferentes sistemas, documentos, bases históricas e fontes externas, exigindo cruzamentos analíticos e documentais predominantemente manuais. Em cenários críticos no setor elétrico, o operador possui janelas de tempo extremamente restritas para cruzar dados de múltiplos sistemas, interpretar extensos manuais e decidir religar equipamentos com segurança.

Além disso, o processo de registro de ocorrências, mudanças de estado e elaboração de DIs e atualização de registros operacionais exigem elevado esforço manual da equipe em diferentes sistemas corporativos. A ausência de uma camada unificada capaz de consolidar, correlacionar e contextualizar informações operacionais e documentais dificulta a antecipação de eventos relevantes e aumenta a carga cognitiva da equipe.

A demora no tratamento das variáveis em momentos de alta pressão expõe a companhia a pesadas penalidades financeiras, resultando em impactos operacionais, regulatórios e financeiros relevantes para o negócio. Além do risco regulatório e de indisponibilidade de energia, a limitação na análise rápida de condições hidrológicas e térmicas acarreta sérios riscos de segurança. Um erro de interpretação ou decisão em cenários críticos pode gerar impactos à segurança operacional, ao meio ambiente, à continuidade do fornecimento de energia e à integridade dos ativos.


Necessidade: Buscamos uma solução tecnológica capaz de integrar, correlacionar e contextualizar informações provenientes de sistemas operacionais, bases históricas, documentos técnicos e fontes externas, apoiando a tomada de decisão dos operadores do Centro de Operação. A solução deverá possibilitar o monitoramento contínuo das condições operacionais dos ativos, restrições operativas, condições hidrológicas, eventos climáticos e demais variáveis relevantes para a operação (como níveis de reservatórios, tendências climáticas e temperatura de ativos), emitindo alertas preditivos diante de anomalias.Também deverá contribuir para a redução de atividades manuais por meio da automação ou apoio à elaboração de registros operacionais, ocorrências, documentos de intervenção e recuperação inteligente de informações presentes em normas e procedimentos.

É um requisito obrigatório que a solução opere em ambiente seguro pela companhia, utilizando exclusivamente fontes autorizadas, garantindo que o operador consuma apenas normas e manuais em suas versões vigentes. A solução poderá atuar de forma reativa, respondendo consultas e recuperando informações relevantes, e de forma proativa, identificando desvios, riscos ou eventos que demandem atenção operacional, mas não poderá, sob nenhuma hipótese, executar comandos autônomos ou alterar os estados dos ativos, cabendo a decisão e a ação finais inteiramente à equipe humana.


Prazo de Inscrição: 27/09/2026

Otimizar o diagnóstico de fluxos operacionais e a captura de processos por meio de dados estruturados de sistemas

Quero resolver!

O Escritório de Processos (vinculado à Coordenação de Excelência de Processos, Riscos Operacionais e Controles Internos - Gerência de Governança Riscos Operacionais Controles) da Engie Brasil Energia gerencia o mapeamento e a governança de fluxos de trabalho da companhia. A área atende a uma demanda anual de aproximadamente 30 novos processos complexos e transversais, além de gerir um inventário superior a 300 fluxos corporativos. Os diagnósticos gerados pela equipe dão suporte a tomadas de decisão que impactam diretamente o planejamento empresarial e o dimensionamento de estruturas operacionais.

Para realizar o levantamento do cenário atual (AS IS), o modelo vigente baseia-se em workshops consultivos e entrevistas. O procedimento padrão exige cerca de três reuniões por processo mapeado, mobilizando dois analistas internos e grupos de trabalho compostos por pontos focais de todas as áreas envolvidas, resultando em encontros com cerca de 15 profissionais. Como exemplo desse volume de interação, em ciclos recentes a área gerenciou 8 projetos estratégicos que totalizaram 24 processos mapeados, demandando o agendamento e a articulação direta de 120 colaboradores da organização.

A captura manual do estado atual (AS IS) consome 60% do tempo total dos projetos da área. Esse gargalo é gerado pela falta crônica de documentação formalizada nos departamentos e pela constante indisponibilidade de agenda das equipes de negócio, estendendo excessivamente os cronogramas. Por depender estritamente de depoimentos e da memória dos colaboradores, o mapeamento fica sujeito a vieses cognitivos, omissões involuntárias e visões superficiais que não refletem a execução real do trabalho cotidiano nos sistemas.

Essa limitação é agravada por uma barreira técnica na coleta de dados. O Escritório de Processos não possui autonomia para extrair informações diretamente dos sistemas operacionais, dependendo de requisições manuais para a TI ou usuários-chave. Esse fluxo de extração é lento e carece de governança, gerando bases de dados inconsistentes que oscilam entre amostragens. Sem dados de fonte única e confiável, o nível de retrabalho é extremamente alto. Consequentemente, a área recebe demandas reativas de automação baseadas em percepções errôneas das equipes de negócio, gerando o risco de automatizar etapas que deveriam ser preliminarmente otimizadas ou eliminadas.

A manutenção deste modelo manual compromete a escalabilidade do negócio já no curto prazo. Com a proximidade da migração global do ERP, haverá um aumento exponencial na demanda corporativa por revisão de fluxos para adequação e eliminação de customizações sistêmicas. A lentidão do método atual impossibilita a absorção desse volume de trabalho pela equipe reduzida da GRC, gerando atrasos em programas estratégicos, inércia na transformação digital e graves riscos operacionais, como falhas críticas no dimensionamento de equipes e na alocação de recursos humanos em ativos de operação remota.


Necessidade: Precisamos de uma solução que viabilize o mapeamento, o diagnóstico e a análise de fluxos de trabalho de maneira autônoma, contínua e orientada a dados objetivos. A ferramenta deve ser capaz de processar históricos de eventos (event logs) para traduzir o comportamento real dos processos nos sistemas corporativos, identificando instantaneamente caminhos críticos, gargalos, desvios operacionais e oportunidades reais de automação sistêmica, eliminando a dependência de avaliações baseadas na percepção humana.

Para contornar as restrições históricas de infraestrutura e o período de transição dos sistemas centrais da companhia, a solução deve operar em modelo SaaS e permitir a carga de dados por meio da importação manual de arquivos de logs (flat files), sem a obrigatoriedade de integrações diretas na fase de prova de conceito. Espera-se, com isso, reduzir drasticamente o retrabalho e o tempo de captura do Escritório de Processos, subsidiar decisões executivas baseadas em evidências e pavimentar uma cultura corporativa focada no monitoramento de indicadores de desempenho de ponta a ponta.


Prazo de Inscrição: 27/09/2026

Classificação de compras e cálculo automatizado das emissões de GEE de fornecedores de materiais e serviços

Quero resolver!

A Engie Brasil Energia possui uma agenda corporativa de descarbonização alinhada à meta Net Zero 2045, que prevê a redução de pelo menos 90% das emissões totais de gases de efeito estufa, incluindo emissões diretas (Escopo 1) e indiretas (Escopos 2 e 3). Com uma base superior a 4.000 fornecedores ativos e cerca de 50 mil itens comprados anualmente, a companhia precisa processar mensalmente aproximadamente 8.000 linhas de aquisições de materiais e serviços extraídas do ERP Oracle para atrelar o gasto (spending) aos fatores de emissão de setores econômicos.

Atualmente, o processo é conduzido por duas equipes em conjunto; após uma etapa de filtragem e cruzamento com a base histórica, os itens sem código prévio (sobretudo serviços com descrições em texto livre) passam por uma categorização manual fracionada em assistentes de inteligência artificial generativa, analisando pequenos lotes por vez. Na sequência, os dados categorizados são associados via planilhas à base pública de fatores de emissão da US EPA. Esse fluxo operacional consome cerca de uma semana inteira de trabalho mensal de duas pessoas da equipe.

A principal limitação estrutural reside na ausência de padronização das descrições de serviços nas Ordens de Compra, exigindo cruzamentos manuais entre a razão social do fornecedor e seu ramo de atividade para deduzir o escopo contratado. O modelo atual de consulta por chats interativos apresenta severos gargalos: incapacidade de processar o volume total de dados de forma contínua, alucinações de classificação, falta de retenção de memória histórica e oscilação nos resultados para itens similares em execuções distintas.

Além disso, a rotina vigente é engessada em mapeamentos estáticos, impedindo que a equipe configure, ajuste ou expanda autonomamente as regras de categorização (incluindo taxonomias como a Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS), classificações internas, etc.) conforme novas demandas de gestão do negócio surgirem.

Inconsistências nos cálculos de emissão expõem a companhia a riscos de auditoria externa, regulatórios e de custos atrelados a compensação de emissões. Distorções que superestimem o volume de emissões geram custos financeiros diretos pela aquisição desnecessária de créditos de carbono para compensação futura. Paralelamente, o cálculo incorreto compromete a inteligência estratégica de suprimentos, levando ao direcionamento equivocado de programas de engajamento e capacitação para fornecedores que não representam os maiores impactos reais, colocando em risco as metas públicas de descarbonização e a reputação do negócio.


Necessidade: Precisamos de uma solução capaz de automatizar e escalar a classificação de aquisições de materiais e serviços a partir dos dados das Ordens de Compra, vinculando cada item diretamente aos seus respectivos fatores de emissão para a geração consolidada do cálculo mensal de GEE. A ferramenta deve oferecer um ambiente parametrizável para criação e ajuste flexível de regras de categorização (suportando tabelas como NAICS, NBS e estruturas proprietárias), garantindo consistência histórica, rastreabilidade e elevada precisão. A solução deve mitigar a carga operacional das equipes, limitando a intervenção humana (human-in-the-loop) apenas à validação de casos de baixa confiabilidade, e entregar como resultado final a base mensal de spending devidamente categorizada, com os respectivos fatores e cálculos de emissões de GEE associados  

O desempenho da solução será medido pela acurácia na categorização de itens. O nível mínimo aceitável será definido em conjunto com o(s) vencedor(es) durante a execução da POC. 

Todos os ativos técnicos desenvolvidos no âmbito do desafio — incluindo código, modelos, algoritmos, regras de categorização e documentação associada — serão de propriedade exclusiva da Engie Brasil Energia a partir da conclusão da POC. Futuras evoluções, ajustes ou manutenção da solução poderão ser contratadas junto ao(s) participante(s) vencedor(es), conforme demanda operacional.


Prazo de Inscrição: 27/09/2026

Desafios Encerrados

Monitoramento On-Line Temporário de Gases Dissolvidos (DGA) em Transformadores de Média Tensão

A Regional Solar Bahia Minas gerencia uma frota de mais de 280 transformadores de média tensão instalados em usinas solares e eólicas. O acompanhamento da saúde desses ativos é feito tradicionalmente por meio da Análise de Gases Dissolvidos (DGA), executada de forma laboratorial (off-line). A rotina de coletas preventivas é semestral, porém, para equipamentos classificados em acompanhamento ou em estado crítico, essa frequência aumenta para ciclos trimestrais, mensais e, em casos emergenciais, para intervalos de poucos dias.

O processo exige que um técnico se desloque até o campo para realizar a coleta de óleo com uma seringa própria através de uma válvula do equipamento. Essa amostra é então transportada fisicamente para um laboratório externo especializado. O ciclo completo dessa operação, desde a coleta até a disponibilização do laudo técnico com o diagnóstico dos gases, consome no mínimo 15 dias em condições normais.

Quando um transformador apresenta suspeita de degradação acelerada, a latência do laudo laboratorial torna-se incompatível com a velocidade necessária para a tomada de decisão. A instalação de sensores on-line fixos em toda a frota esbarra na inviabilidade econômica, devido ao alto custo de aquisição por equipamento. Como alternativa atual, a realização intensiva de coletas manuais gera severos gargalos operacionais: muitos transformadores não possuem pontos de coleta adequados e exigem o desligamento do equipamento para coleta do óleo. Esse processo de desenergização e religamento frequentes submete o ativo à esforços elétricos que aceleram seu desgaste e alteram as características físicas do fluido. 

A ausência de informações em tempo real sobre a evolução dos gases dissolvidos e possíveis falhas obriga a operação a adotar medidas conservadoras, como a imposição de restrições de carga e desligamentos preventivos de equipamentos, resultando em perdas financeiras diretas de geração de energia. O monitoramento reativo eleva os custos logísticos operacionais a patamares insustentáveis, com transportes de amostras emergenciais chegando a custar R$3.000,00 por trajeto. Sob a ótica de segurança corporativa, enviar técnicos com alta frequência para manusear e coletar o fluido de transformadores que operam sob suspeita de falha grave expõe os profissionais a riscos inaceitáveis de acidentes.


Necessidade: Buscamos uma solução de monitoramento on-line de gases dissolvidos (DGA) que seja integralmente móvel, permitindo a instalação temporária e o acompanhamento intensivo de transformadores sob suspeita por períodos que variam de 1 a 3 meses. A solução deve atuar como uma unidade itinerante autônoma que, após estabilizado o diagnóstico de um ativo, possa ser transferida para o próximo equipamento crítico.

A solução deve ser compacta o suficiente para ser transportada na caçamba de caminhonetes convencionais e manipulada por apenas duas pessoas em campo, dispensando o uso de guindastes ou braços articulados. É fundamental que o sistema possua conectividade independente (como internet via satélite ou rede celular), suporte oscilações de alimentação elétrica (220V monofásico) e execute a devolução do fluido ao transformador em operação sem a injeção de bolhas ou risco de contaminação cruzada entre diferentes equipamentos. Os dados coletados devem ser centralizados e visualizados por meio de um painel web intuitivo e independente, com possibilidade de exportação e download.

Apresentar Projetos de Inovação de Forma Interativa (Lúdica e Digital)

A ENGIE Brasil Energia gerencia um portfólio de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI ANEEL) que supera 20 projetos ativos, com um incremento médio de 3 a 5 novas iniciativas anualmente. Estes projetos abrangem temas complexos como transição energética, descarbonização e inteligência artificial. Atualmente, a divulgação desses resultados ocorre de forma contínua em eventos setoriais, visitas institucionais na sede e em ativos operacionais, além de integrações com novos colaboradores.

O modelo atual de apresentação baseia-se majoritariamente em ativos estáticos: vídeos institucionais, banners físicos e, eventualmente, a exposição de protótipos quando o hardware permite. O público-alvo é predominantemente técnico, composto por profissionais do mercado e especialistas que demandam compreensão rápida sobre a aplicação prática das inovações. A operação dessas exposições depende diretamente da equipe de inovação ou dos executores dos projetos, o que exige deslocamentos frequentes e logística dedicada.

O modelo de apresentação atual é passivo e linear, o que dificulta a tradução da complexidade técnica em engajamento imediato. Vídeos técnicos e materiais gráficos não proporcionam o dinamismo necessário para gerar engajamento em ambientes competitivos, como grandes feiras do setor elétrico, onde o tempo de interação por visitante é reduzido. Existe uma lacuna entre a sofisticação tecnológica dos projetos desenvolvidos e a forma como são comunicados, resultando em uma experiência de baixo apelo sensorial e pouca tangibilidade.

Além disso, o modelo vigente apresenta limitações logísticas e de inteligência de dados. A evolução e digitalização deste portfólio permitirão que a Engie Brasil Energia aumente ainda mais sua presença em eventos estratégicos de forma mais ágil e escalável. Adicionalmente, a ENGIE não dispõe hoje de meios sistêmicos para medir o comportamento do visitante, como tempo de permanência, projetos de maior interesse ou métricas de satisfação (NPS) de maneira automatizada e autônoma.

A manutenção de um modelo de exposição convencional gera um risco de descompasso entre o posicionamento estratégico da ENGIE — reconhecida mundialmente por premiações de inovação — e sua imagem pública em ecossistemas de alta tecnologia. Em um setor sedento por digitalização, a ausência de uma vitrine tecnológica moderna reduz a capacidade de conexão emocional e a retenção de conhecimento por parte dos stakeholders. Sem uma ferramenta que gere métricas de engajamento, a companhia perde a oportunidade de capturar feedbacks valiosos para o aprimoramento do seu próprio ecossistema de inovação.


Necessidade: Nós buscamos soluções que integrem os ambientes físico e digital (phygital) para transformar o portfólio de PDI em uma experiência imersiva, interativa e intuitiva. Esperamos soluções nas quais projetos de inovação sejam apresentados por meio de interações físicas e digitais integradas, permitindo que o visitante participe ativamente da experiência. Como exemplo, peças físicas representando projetos específicos poderão ser inseridas, conectadas ou posicionadas em um hardware interativo, acionando automaticamente conteúdos digitais, animações, vídeos, indicadores ou experiências relacionadas ao respectivo projeto apresentado.

Precisamos de uma plataforma modular na qual elementos físicos ou objetos inteligentes atuem como gatilhos para ativação de conteúdos específicos, permitindo que o visitante explore a jornada tecnológica da companhia de maneira autônoma. Esperamos que o visitante consiga compreender, de maneira visual e prática, como cada projeto de PDI é aplicado em ativos reais da companhia, como usinas, linhas de transmissão ou demais operações do setor elétrico.

A solução deverá permitir experiências que aproximem o espectador do contexto real de aplicação dos projetos, possibilitando visualizar proporções físicas dos equipamentos perante os ativos, interagir com modelos tridimensionais, explorar diferentes perspectivas e compreender fenômenos técnicos envolvidos nas soluções desenvolvidas.

Projetos relacionados, por exemplo, a sensores, equipamentos instalados em campo, inteligência artificial, automação ou fenômenos físicos, como campos magnéticos, deverão possibilitar representações visuais, interativas e imersivas, permitindo ao visitante compreender de forma intuitiva como a inovação impacta diretamente a operação e os resultados no setor elétrico.

Do ponto de vista operacional, a solução deve ser portátil e capaz de operar de forma independente das redes internas da empresa. É essencial que o sistema seja escalável, permitindo a inclusão anual de novos projetos sem a necessidade de reconstrução da estrutura base. Esperamos ainda que essas experiências possam ser utilizadas tanto fisicamente em eventos, feiras, visitas institucionais e ambientes corporativos da ENGIE, quanto em formatos digitais complementares, ampliando o alcance e a escalabilidade da solução. Ambas as frentes — física e digital — são consideradas estratégicas e necessárias.  

Esperamos, por fim, que a solução incorpore uma camada de análise de dados para capturar métricas de interação e satisfação, permitindo uma gestão quantitativa e qualitativa das interações e do impacto da ENGIE nos eventos e visitas institucionais.

Métodos de Aterramento para Ativos de Geração e Transmissão em Solos de Alta Resistividade

A ENGIE gerencia atualmente uma malha de 4.000 km de linhas de transmissão e aproximadamente 8.000 estruturas em ativos de geração e transmissão no Brasil, com uma expansão prevista de mais 1.000 km. O desempenho desses ativos depende de sistemas de aterramento capazes de escoar descargas atmosféricas de forma eficiente para reduzir a indisponibilidade destes ativos. Como boa prática, a companhia mantém como padrão construtivo a utilização de cabos de aço ou aço cobreado.

A gestão da integridade desses sistemas é realizada por ciclos de medição manual (amostragem anual em geração e a cada quatro anos em transmissão) e inspeções pós-desligamento. Os dados coletados são armazenados em relatórios e planilhas, servindo de base para melhorias pontuais em estruturas que apresentam baixa performance de escoamento.

O modelo de aterramento convencional (hastes e cabos de aço) apresenta limitações severas em solos de alta resistividade e terrenos rochosos, comuns em áreas de altitude onde se concentram ativos eólicos (cerca de 20% das estruturas). Nestes locais, a abordagem tradicional possui limite elétrico de eficiência, além de exigir volume excessivo de materiais, onde pode ser utilizado mais de 300 metros de cabos para tentar manter a resistência próximos dos padrões recomendados em normas. Tal prática eleva o custo de instalação e a complexidade logística sem garantir a eficácia do sistema.

Além da baixa eficiência inicial, observa-se uma degradação acelerada dos sistemas implementados sob condições geológicas críticas. As soluções tradicionais oferecem uma durabilidade estimada entre 5 e 10 anos, o que resulta em perda progressiva da capacidade de escoamento e demanda ciclos frequentes de reforço e manutenção corretiva para evitar a indisponibilidade das linhas.

A falha no escoamento de descargas resulta em desligamentos frequentes (historicamente de 3 a 5 vezes por ano em linhas críticas). Na geração, a ausência de religamento automático obriga a parada total do parque para inspeção física, gerando um prejuízo considerável. Operacionalmente, cada evento causa danos cumulativos em ativos de alto valor, como equipamentos de subestação e cadeias de isoladores poliméricos. Nesses casos, os isoladores exigem substituição imediata por perda de propriedade isolante, enquanto os demais componentes demandam substituição programada. A persistência dessas falhas expõe a companhia a penalidades da ANEEL/ONS por violação dos limites de indisponibilidade e auditorias de conformidade.


Necessidade: Nós precisamos de soluções alternativas de hardware e materiais para sistemas de aterramento que garantam alta eficiência de escoamento em solos de elevada resistividade e terrenos rochosos. Buscamos tecnologias que permitam atingir níveis de resistência significativamente menores do que os métodos tradicionais em solos de alta resistividade, utilizando uma menor metragem de material instalado e otimizando o esforço logístico em áreas de difícil acesso. É fundamental que a solução apresente uma durabilidade e estabilidade química mínima de 10 anos, resistindo à degradação ambiental do solo. O foco deve ser estritamente no componente físico e no desempenho de escoamento (hardware), garantindo a proteção dos ativos e a redução da incidência de desligamentos por descargas atmosféricas.

Soluções Técnicas para o Sistema de Yaw de Aerogeradores ECO122

 A operação da Engie Brasil Energia compreende um parque relevante de aerogeradores do modelo ECO122, distribuídos entre Bahia e Ceará, equipados com sistema de yaw composto por quatro motores, conjuntos de pinças ativas, sapatas passivas e unidade hidráulica. Esse sistema possui papel fundamental na orientação da nacelle em relação ao vento, impactando diretamente a eficiência de geração, a disponibilidade, a confiabilidade operacional e a vida útil dos componentes estruturais do aerogerador. 

Atualmente, observa-se um histórico recorrente de falhas associadas ao sistema de yaw, envolvendo, entre outros aspectos, quedas de pinhão, folgas no 4º estágio das redutoras, desalinhamento de nacelle, descalibração ou desgaste de sapatas passivas, vazamentos nas pinças, sobrecarga em moto-redutores e, em casos mais severos, danos nos dentes da coroa e da pista. 

Um dos principais desafios está no fato de que nem todas as anomalias do sistema de yaw apresentam alarmes ou falhas sistêmicas em estágio inicial. Em muitos casos, os eventos registrados no SCADA só se manifestam quando a falha já se encontra em estágio avançado, com limiares de torque elevados, baixo nível de óleo ou comportamento anormal já consolidado. Isso dificulta a identificação precoce das causas, reduz a capacidade de atuação preventiva e aumenta o risco de evolução para danos mais severos.

Além disso, o cenário operacional é agravado por condições geográficas e operacionais específicas, como em parques onde as máquinas realizam manobras constantes de busca de melhor direção do vento para otimização da geração. Esse comportamento intensifica os esforços sobre o sistema de yaw e pode acelerar processos de desgaste, folgas, desalinhamentos e falhas mecânicas associadas.

Essas falhas têm gerado impactos relevantes na disponibilidade dos ativos, aumento dos custos corretivos, necessidade de intervenções complexas e maior exposição operacional das equipes.

Diante desse contexto, a Engie Brasil Energia busca empresas capazes de fornecer soluções técnicas, tecnológicas e aplicáveis ao sistema de yaw dos aerogeradores ECO122, contemplando métodos, ferramentas, dispositivos, serviços especializados, diagnósticos, análises, melhorias de engenharia e/ou propostas de mitigação de falhas.

O objetivo é identificar no mercado soluções que permitam aumentar a confiabilidade, reduzir a reincidência de falhas, antecipar a evolução de anomalias, otimizar a manutenção e apoiar tecnicamente a tomada de decisão relacionada ao sistema de yaw.

A expectativa é que a solução apresentada possa ser aplicada no aerogerador como um piloto, permitindo avaliar sua efetividade na redução de indisponibilidades, mitigação de riscos mecânicos, otimização dos custos de manutenção corretiva e aumento da vida útil dos componentes do sistema de yaw.

Como resultado esperado, busca-se uma solução que contribua diretamente para a resolução dos principais problemas observados no sistema de yaw, seja por meio de melhorias técnicas, ajustes de engenharia, instrumentação, metodologias de diagnóstico, intervenções corretivas ou propostas de mitigação aplicáveis em campo, desde que estejam orientadas à aplicação prática na operação e à obtenção de resultados concretos. A solução deverá apoiar a redução de falhas recorrentes, minimizar a progressão de danos mecânicos, diminuir a necessidade de grandes corretivas e aumentar a confiabilidade dos componentes críticos do sistema, como redutoras, pinhões, pinças, sapatas passivas, coroa e pista. Espera-se, com isso, reduzir indisponibilidades, custos corretivos e riscos operacionais, promovendo maior robustez ao sistema de yaw dos aerogeradores.


Necessidade: Buscamos empresas que forneçam e apliquem soluções técnicas efetivas ao sistema de yaw de aerogeradores ECO122, com foco direto na redução das indisponibilidades associadas a falhas recorrentes desse sistema. As empresas deverão apresentar propostas com capacidade de implementação prática em campo, contemplando, quando aplicável, testes, validações, ajustes, instalação, intervenção e aplicação direta da solução nos aerogeradores. Espera-se que as soluções sejam capazes de atuar sobre as principais causas dos problemas identificados, incluindo desgastes, folgas, desalinhamentos, vazamentos, sobrecargas mecânicas, falhas em redutoras, pinhões, pinças, sapatas passivas, coroa e pista. O objetivo é identificar alternativas que contribuam para reduzir a reincidência de falhas, evitar a progressão de danos mecânicos, diminuir intervenções corretivas de alto impacto, otimizar os custos de manutenção e aumentar a confiabilidade e a vida útil dos componentes do sistema de yaw.


Prevenir furtos de cabos em linhas de transmissão remotas

O Projeto Asa Branca, conduzido pela ENGIE Brasil Energia, abrange cerca de 1000 km de linhas de transmissão e mais de 2710 torres entre os estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Durante a fase de obras, foram registrados episódios recorrentes de furto de cabos já instalados, inclusive em trechos concluídos e a cerca de 40 metros de altura. As linhas ainda não estão energizadas, mas os furtos têm causado prejuízos financeiros e atrasos na execução. 

A vigilância atual é feita por rondas periódicas de equipes em campo e inspeções visuais nas frentes de trabalho. As ocorrências são comunicadas por boletim de ocorrência (BO) e repassadas à gerência de obras, que aciona os setores de seguros e segurança patrimonial.

Apesar de medidas emergenciais, como o uso de AirTags e reforço das rondas, a extensão das linhas, a proximidade de rodovias e a falta de barreiras físicas eficazes tornam a prevenção ineficiente. Os furtos ocorrem geralmente em finais de semana e em pontos afastados de subestações e canteiros, dificultando a vigilância contínua. 

O alto valor comercial dos cabos de cobre e alumínio atrai grupos organizados com conhecimento técnico e ferramentas adequadas para escalar e remover trechos já instalados. A falta de integração entre a vigilância local e um sistema centralizado de monitoramento também limita a capacidade de resposta imediata e a geração de dados estratégicos sobre os incidentes.

Os nove episódios já registrados resultaram em prejuízos diretos de cerca de R$1 milhão, além de custos adicionais com reposição de materiais, reforço de vigilância e atraso nas obras. Cada carga de bobinas transportada representa um valor próximo de R$500 mil, e novas ocorrências podem comprometer o cronograma de entrega e aumentar o risco de penalidades contratuais. 

Além dos impactos financeiros, há danos à infraestrutura, riscos à segurança das equipes e desgaste operacional para as áreas envolvidas. A preocupação é crescente, especialmente diante da expansão de projetos semelhantes, como o novo empreendimento de 700 km de linhas no Paraná, o que reforça a necessidade de soluções escaláveis e replicáveis.


Necessidade: Buscamos uma solução escalável que possibilite o monitoramento contínuo e a prevenção de furtos de cabos em linhas de transmissão, com foco em trechos remotos e de difícil vigilância. A solução ideal deve combinar tecnologias capazes de detectar movimentações suspeitas, gerar alertas em tempo real e permitir respostas rápidas, sem comprometer o andamento das obras. Buscamos um modelo que una automação, inteligência de dados e rastreabilidade, permitindo reduzir perdas financeiras, aumentar a segurança patrimonial e garantir a continuidade dos cronogramas.

Inspecionar emendas de cabos em linhas de transmissão com maior precisão

A ENGIE Brasil Energia realiza atualmente inspeções visuais periódicas nas emendas de suas linhas de transmissão, com foco principal em ativos localizados no Paraná, que totalizam cerca de 908 km, em tensões de 230 kV e 500 kV. São aproximadamente 4.000 emendas inspecionadas anualmente, com imagens captadas por drones e máquinas fotográficas de alta resolução. Para cada emenda, é gerado ao menos três fotos, que são armazenadas manualmente em repositórios no SharePoint.

A análise dessas imagens é feita de forma visual por inspetores e engenheiros das equipes locais, que comparam as imagens atuais com o banco de dados buscando identificar anomalias ou alterações físicas. Quando identificado alterações essas imagens são enviadas para os engenheiros especialistas na Sede validarem as alterações e indicarem o grau de severidade. O processo é essencial para garantir a integridade da infraestrutura e a disponibilidade da rede.

Apesar do esforço das equipes, o modelo atual apresenta limitações significativas: o processo consome alto volume de horas-homem, é subjetivo e carece de parâmetros mais robustos para detectar de forma autônoma as anomalias. A análise das imagens depende da experiência individual dos avaliadores, o que dificulta a padronização. Além disso, o volume de dados gerado dificulta a triagem eficiente e retarda a tomada de decisão.

A falha crítica de uma emenda já resultou em um desligamento com impacto financeiro relevante, além de riscos operacionais, de imagem e de segurança ao ativo. Problemas identificados a tempo, podem ser corrigidos com intervenções em linha viva, evitando indisponibilidades e penalidades regulatórias. A ausência de critérios padronizados para utilização de técnicas de inteligência artificial amplia o tempo de resposta e reduz a eficiência operacional.


Necessidade: Precisamos de uma solução que permita monitorar o comportamento das emendas de cabos de forma padronizada, objetiva e preventiva, com foco em reduzir a subjetividade da análise, aumentar a precisão da triagem e priorização de riscos e otimizar o tempo das equipes de manutenção. A solução deve atuar de forma complementar à operação atual, podendo ser instalada sem tirar o ativo de operação. O objetivo é alinhar uma alternativa com capacidade de pré-analisar imagens históricas e novas coletas, integrando-se ao sistema de manutenção da ENGIE e permitindo a escalabilidade futura para outros ativos. Essa integração deve evitar falhas críticas, aumentar a confiabilidade da rede e reduzir os custos operacionais associados às inspeções manuais.

Melhorar o processo de revisão de contratos pré-assinatura

A área jurídica da ENGIE Brasil Energia é responsável pela elaboração, revisão e chancela dos contratos corporativos firmados com fornecedores, prestadores de serviço e parceiros (“Fornecedores”). O fluxo atual pode envolver diversas áreas, como Jurídico, Suprimentos, TI, Ética, Financeiro, entre outras.

O Jurídico disponibiliza minutas padrão previamente aprovadas, que podem ser utilizadas diretamente na contratação. No entanto, é comum que os fornecedores proponham alterações nas minutas, exigindo nova revisão jurídica. Além disso, há contratações que não contam com modelos padronizados, o que também demanda análise jurídica.

Atualmente, esse processo é conduzido integralmente por e-mail. Sempre que uma área precisa de apoio contratual, envia uma solicitação por e-mail ao Jurídico, que recebe em média 60 demandas por mês. Muitas dessas solicitações exigem interação com outras áreas (Ética, Tributário, TI, Financeiro, etc.), e após a análise conjunta, os contratos são devolvidos aos Fornecedores, que podem apresentar novos comentários — novamente por e-mail. 

Essa dinâmica de trocas constantes por e-mail gera diversos desafios:

  1.  Falta de controle centralizado das demandas: o Jurídico não consegue visualizar com clareza o volume de contratos pendentes.
  2. Demora excessiva no processo: o tempo entre as interações das áreas envolvidas é elevado.
  3. Dificuldade de rastreabilidade: não há controle eficiente das alterações realizadas nos documentos.
  4. Alto volume de e-mails: a comunicação fragmentada entre áreas gera sobrecarga.
  5. Ausência de indicadores de desempenho: não há métricas para acompanhar a produtividade ou eficiência do processo.
  6. Dificuldade de priorização: diante do grande volume de contratos enviados por e-mail, sem classificação de importância, torna-se complexo definir prioridades.
  7. Risco de falhas no acompanhamento: e-mails podem passar despercebidos entre as áreas, atrasando análises por semanas.
  8. Uso de minutas desatualizadas: sem controle central, há risco de utilização de versões antigas.

Além disso, a ausência de uma ferramenta dedicada impede a automação de tarefas básicas (como preenchimento de dados contratuais), o uso de inteligência artificial e a visualização em tempo real do status dos contratos. Isso reduz a produtividade da equipe jurídica e compromete a governança documental, o resultado de auditorias e o cumprimento das políticas internas de compliance.

Esses problemas impactam diretamente o processo de contratação da Companhia, podendo comprometer operações críticas, como as das usinas, e atrasar projetos importantes.


Necessidade: Buscamos uma solução capaz de automatizar e integrar o ciclo contratual da ENGIE Brasil Energia, desde a solicitação até a aprovação para assinatura, garantindo rastreabilidade e conformidade em todas as etapas.

A plataforma ideal deve permitir:

  1. Entrada da demanda diretamente no sistema, por meio de formulário com os dados básicos do contrato.
  2. Geração automática de minutas, com base em modelos padrão da ENGIE ou inclusão da minuta que deve ser analisada caso não seja o padrão ENGIE.
  3. Controle do processo de revisão contratual, com participação das diversas áreas envolvidas.
  4. Registro de todas as modificações realizadas, garantindo fidelidade, rastreabilidade e histórico do documento.
  5. Integração com sistemas corporativos, como Oracle e Certisign, para chancela e gestão documental.
  6. A possibilidade de que o Fornecedor (externo ao grupo ENGIE) acesse a plataforma para realizar suas alterações no Word diretamente no sistema.

Nosso objetivo é reduzir o tempo total do ciclo de negociação e validação de contratos pré-assinatura, aumentar a produtividade da equipe jurídica e assegurar maior governança, rastreabilidade e segurança da informação.

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